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11ª Meia Maratona Listel de Campinas – Salvaram-se todos
15/07/2008

Por Nádia Ilvana

Neste domingo, dia 13 de julho, a equipe Tavares marcou presença na Meia Maratona de Campinas, que na verdade aconteceu no município de Joaquim Egídio. Um percurso muito bonito e muito difícil, em estrada asfaltada, dentro de uma área ecológica.

Coincidência ou não, mas era dia internacional do rock, e nada melhor para comemorar do que uma corrida bem pesada. Foram 10,5 km de subida e 10,5 de descida. Entre Quintas e Fazendas, cavalos e bois, nós não corremos, vencemos mais um desafio. Sofremos com o frio na largada e com o sol forte durante o trajeto. Nada mais rock in roll.

Mas os Tavares são valentes!
O Gonçalo fez o melhor tempo da equipe, completou a prova com 1:17:40. O Lauro, depois de ter quebrado exatamente nessa prova no ano passado, fez o segundo melhor tempo da equipe, com 1:17:44. E o Angelisio veio logo na terceira posição com 1:18:59.

A Rosemeire mais uma vez saiu com troféu na mão. Mesmo machucada foi a melhor colocada da equipe e ficou em terceiro lugar na sua faixa etária, com o tempo de 1:39:37.

“Será só imaginação, será que nada vai acontecer, será que é tudo isso em vão, será que vamos conseguir vencer?” Sim, vencemos! Muita coisa aconteceu, muitos já estavam lesionados antes da prova, muitos passaram mal, mas correr não é em vão. Alguns nos chamam de loucos, mas somos apenas “Malucos Beleza” e sempre corremos “Pro dia nascer feliz”.

As queixas de dores foram inúmeras, afinal não é para qualquer um subir 10,5 km. O mais curioso é que a gente só percebe que subiu tanto quando chega na metade da prova, dá meia-volta e começa a descer. As descidas são fortes e haja perna para aguentar.

Eu, que já estava machucada devido a uma escorregão, quebrei no km 16 e terminei a prova andando. Foi a primeira vez na vida que quebrei. Vi muita gente sofrendo no caminho para completar a prova. A Karine, que já estava com dores, professor Tavares teve câimbras e comentou que parecia que estávamos voltando de uma guerra, e não de uma corrida.

Não bastando as dores musculares e o festival de “AA UU”, “AA UU”, ainda tivemos que lidar com o festival de vômitos. O Ludovico foi um que tomou e distribuiu vários comprimidos de Dramim para os Tavarinhos indispostos.

Ainda tivemos um caso mais sério, nossa colega Josefa passou mal e caiu no km 17. Prontamente foi socorrida e levada ao hospital, acompanhada o tempo todo pela Adesilde. Ela sofreu um AVC, mas agora já está bem. Foi um susto, mas nossa equipe é bem preparada até para os momentos difíceis.

E apesar de todas as dificuldades, acho que todos adoraram a viagem. É muito bom estar com os colegas dessa equipe tão bacana. E somos todos uns apaixonados por corrida. Com dores ou não, não vemos a hora de chegar o próximo domingo pois, como diriam os Titãs, “Domingo é sempre assim, e quem não está acostumado?”. Domingo eu quero ver, o domingo chegar, é dia de corrida, então “Até o próximo domingo”!

E um salve para todos os sobreviventes da Meia Maratona do Rock!


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