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TAVARES E SUA EQUIPE “AMARELAM” A VII MINI MARATONA DE PARATY – RJ
16/03/2008

Por Karine Parussolo

A PARTIDA
Na noite de sexta-feira, 07 de março, dois ônibus double-deck aguardavam ansiosamente a chegada dos atletas da Equipe Tavares e acompanhantes ao lado da estação de metrô Vergueiro, em noite quente na capital paulista e em seguida o grupo partiu bastante animado, repleto de expectativas e metas rumo a Paraty, aconchegante cidade histórica do litoral do Rio de Janeiro.
A chegada deu-se por volta das 2:45 da madrugada de sábado. Ficamos hospedados em duas pousadas, uma ao lado da outra, no centro histórico de Paraty: Varandas e Valhacouto. Um grupo menor ficou hospedado, porém, em um anexo da Valhacouto, que ficou carinhosamente conhecido como “puxadinho”.
ATLETAS AO MAR
Uma mesa de café da manhã caseiro e saboroso aguardava a todos no sábado, um dia que prometia muita diversão: uma passeio de escuna havia sido organizado e partiria às 10:30.
Pouco depois desse horário, a escuna Banzai zarpava com a animada Equipe, bem aconchegada no barco com capacidade para mais de cem passageiros.
Com um céu aberto e sol a pino, a cada ilha que parávamos, enquanto algumas pessoas aguardavam o bote para ir até a praia, outras se aventuravam pulando ao mar direto do barco, fosse apoiada em um ou dois “macarrões” amarelos ou nas próprias braçadas. O fato é que o refresco e a diversão eram certos.
E como o”o mar estava pra peixe”, em uma das paradas fomos brindados pela visita de um belo cardume, atraído por migalhas de pão lançadas ao mar por um dos passageiros, o que causou animação e surpresa geral.
Outros destaques do passeio foram: o almoço, realizado no próprio barco e que, embora servido um pouco tarde, estava muito saboroso (as opções consistiam em risoto de frutos do mar e estrogonofe de frango com arroz e batata palha), a simpatia dos tripulantes da escuna, que inclusive ofereceu a todos uma deliciosa cachaça tradicional, à base de mel e canela, para brindar o passeio, e a turma do “puxadinho”, cuja animação não foi abalada nem pelo sol forte e nem pela chuva que caiu pouco após o adocicado brinde (e que desmanchou a chapinha feita com muito esmero pela nossa colega Adesilde...).
EMBALOS DE SÁBADO À NOITE
À noite, a cidade estava fresca por causa da chuva, e todos saíram à procura de uma boa dose de carboidratos para preparar o corpo para a corrida, que ocorreria na manhã seguinte. Os mais animados aproveitaram inclusive para dançar, embalados pelo agradável show que estava ocorrendo em uma praça perto da pousada, evento aberto ao público organizado pela Prefeitura.
Esta noite certamente foi inesquecível para o “amarelinho” Mário Jorge, em sua primeira viagem com a equipe e que, inspirado no sucesso de Bruno & Marrone, dormiu na praça: acabou ficando para fora, pois esquecera a chave, aproveitando mais que todos a bela noite de Paraty...
A PROVA DE FOGO
Domingo bem cedo, com expectativas mil, todos buscaram fazer um café da manhã bem reforçado, pois a corrida seria dura. Afinal, às 7 horas da manhã, o céu já estava bem azul. Por volta das 07:30, os ônibus partiram até Patrimônio, cidadezinha onde seria dada a largada. Este trajeto era o mesmo que seria feito durante a corrida, ou seja, já dava para sentir o que aguardava a todos.
A largada deu-se pouco após às 08:30, sendo que cada um iniciou seu cronômetro em um momento diferente, visto que não foi ouvido um tiro de largada e que não havia um tapete eletrônico no local – apenas passamos por um antes da prova para validar o chip. Cada um a seu ritmo, o professor Luís Tavares e sua equipe (a maior presente no evento) buscavam atingir suas metas individuais.
A igualdade era dada pelo sol forte, que castigava a todos sem restrição. Qualquer sombra no caminho era muito bem vinda, mais ainda os postos de hidratação, muito bem distribuídos ao longo da prova (a cada três quilômetros e, no último trecho, a cada quilômetro), muitas vezes tendo até água gelada.
O percurso pela Rio-Santos tinha algumas belas surpresas, como rios que cruzavam o caminho e pequenas cascatas próximas ao acostamento, bastante convidativas. O momento mais difícil para todos foi o trecho entre os quilômetros 9 e 12, dado por uma subida intensa que, mesmo não sendo muito íngreme, era desgastante.
Nos metros finais, os atletas da Equipe (e outros que viajaram conosco) que chegaram primeiro aguardavam os demais, para buscá-los, dando força para cruzar a linha da chegada com belos sprints – e enormes sorrisos de satisfação. Companheirismo que demonstrou um verdadeiro espírito de equipe e amizade.
A festa se completou com o pódio, onde quatro mulheres da Equipe Tavares se destacaram (logo após o seu dia!) Rosemeire Ferreira da Silva obteve o 2º lugar , Adesilde Souza Pereira o 4º, Neide Massae H Satoru o 4º e Josefa Severina da Silva o 5º. O Luiz Antonio Costa representou os homens ficando com o 5º lugar na categoria
Finalmente, após um almoço caprichado para recuperar as energias, às 15:30 nossos ônibus partiram de volta para a metrópole paulistana, levando para casa muitas e boas lembranças, alegria, satisfação e um forte espírito de amizade. Além da certeza de que ano que vem tem mais!


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