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Viagem Inesquecivel a Parati
09/02/2005

(por Rogério Tsukuda)

"...cara, vocês já correram a Meia Maratona de Paraty? Eu corri em fevereiro, apesar do nome é uma prova de 18Km que sai da cidade de Patrimônio e vai até o centro histórico de Paraty. Vocês deveriam conhecer, a prova é 10, muito bonita, vale a pena pela natureza, pela beleza da cidade e pelo passeio até as ilhas e piscinas naturais..."

Depois deste comentário feito pelo nosso amigo e corredor André Valente ("o carioca"), resolvemos (Tavares e Rogério) conhecer pessoalmente a estrutura desta corrida.

Aproveitamos as nossas férias em janeiro e partimos para Paraty no dia 04 de janeiro acompanhados por nossas encantadoras, prestativas e "freios de mão" companheiras: Cissa e Camila.

Após passar pelas belas praias de Caraguatatuba, Ubatuba e Picinguaba encontramos a cidade de Patrimônio, local da largada. Observamos que a maior parte do percurso é plana, com alguns aclives e declives. O cenário é deslumbrante, corre-se 90% em uma estrada cercada pela mata Atlântica além do canto dos grilos e pássaros. Para nós corredores, um item importante foi levado em consideração pela organização, o percurso é demarcado (no chão) a cada Km.

Assim que chegamos em Paraty, fomos direto para a pousada Brunello na praia do Jabaquara. Uma das praias mais procuradas pelo famoso banho de lama indicado para o rejuvenescimento e tratamento de doenças de pele.

Desfizemos as malas e fomos "trabalhar" procurando por restaurantes e pousadas próximo ao centro. Após uma longa caminhada e muito blá blá blá, fomos jantar no restaurante (por kilo) Sabor da Terra uma das nossas indicações devido ao custo benefício. Neste jantar cabe uma observação, o Tavares ficou com a língua toda empipocada (ele é alérgico a camarão) e quase desmaiou devido a hipoglicemia. (por que toda corintiana é fresquinha? JJJ).

Voltamos para a pousada e fomos dormir (cabe outra observação, o chulé do nosso treinador é cooooiiiisa de loooooucoLLL).

No dia seguinte, voltamos a "trabalhar" logo pela manhã. Visitamos mais de 30 pousadas e uma centena de restaurantes. Alem disso, fomos conhecer o centro histórico com diversas lojas, restaurantes, operadoras de mergulho, bares e igreja.

Fomos jantar em uma pizzaria que não vale a pena comentar devido ao preço e tamanho da micro pizza. Em compensação achamos uma sorveteria por kilo (que doeu ainda mais o nosso bolso) muito gostoso, mas quando se tem formiga na turma...é só prejuízo... a Camila e o Tavares detonaram, foram quase 750gr para cada um...foi meleca pura!!!

No dia 06 de janeiro, fomos fazer o passeio de escuna (alguém deve ser a "cobaia"...ô trabalho chato) chegamos ao píer por volta das 10h30min e embarcamos na escuna Black com capacidade para 150 pessoas. Esta escuna é muito procurada devido ao tamanho e semelhança com um navio pirata. Além disso, o serviço a bordo era completo: bebidas e almoço (pagos a parte), frutas e música ao vivo. Visitamos 4 ilhas paradisíacas com suas águas cristalinas e piscinas naturais repletas de peixes (Sargentinho e Piranjica). Tiramos várias fotos, nadamos e mergulhamos com vários peixes e estrela do mar. Voltamos por volta das 18H00 com muita fome (o almoço servido na escuna e os restaurantes nas ilhas são muito caros, comemos apenas 1 porção de fritas...da próxima vez levarei lanche...o negócio é farofar).

Ao chegarmos no píer, uma cena nos chamaram a atenção, uma lancha (Intermarine 57') com 3 marinheiros...coisa de cinema.
Como passamos fome no passeio, resolvemos procurar um restaurante que servisse bem e com um preço razoável (item difícil de achar no centro histórico). Acabamos nos perdendo e por sorte demos de cara com a pizzaria Gina foram 2 pizzas para 4 pessoas. Logo em frente, fomos conhecer uma loja de cachaças, tinha de todos os tipos e preços (ainda bem que só tomo coca-cola).

No dia 07 de janeiro, ficamos na praia do Jabaquara com sua água escura e sempre rasa (você anda, anda, anda e nunca afunda). Após vários seres estranhos andando na praia, resolvermos nos juntar e fomos tomar o famoso banho de lama. Foi muito estranho, você entra na lama e logo se afunda por completo, foi uma sensação muito estranha.

Tomamos um banho e voltamos para a realidade... transito, poluição e concreto, ou seja, São Paulo...


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